sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Cuba

A vontade que dá é sair escrevendo feito uma doidivana sobre tudo que eu vivi por lá, aquelas sensações todas na picante madrugada cubana, nos embalos regados a muito conhaque e diversão em vozes altas e dissoantes. Los guarijos são especiais e isso eu vivo dizendo, então sei que já virou praticamente um clichê assoberbado de alguém que gosta muito de algo e só faz elogiar. Mas eu também não tenho culpa se os rapazes (e as moças também) se desprendem tão facilmente dos tantos óbvios do cotidiano urbano de qualquer lugar. Não tenho culpa se o talento por lá (nas diversas esferas, diga-se de passagem) é substancial. Não tenho culpa de ter gostado tanto de ouvir aquela música caliente e faceira tão cantada, tão embalada em verso e prosa, e tão única a cada vez que se ouve.
Ah, antes que eu esqueça esse espaço é pra rememorar e bebemorar as andanças do passado e as que virão. Na ilha de Fidel eu estive de 6 a 28 de março de 2011.

Um comentário:

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